Quase nada sempre tudo
Juan Fiorini
Neste livro o poeta é um criador de espaços, a própria poesia é o espaço ir se entregando sem pudor, às vezes sereno, às vezes vertigem, multiplicando-se em camadas cuja profundidade é sempre a dobra das superfícies. Os pontos de parada são móveis, os centros ficam nos arrabaldes: é isso que faz a gente vagar com prazer, basta se soltar nos “ao redores”, no ritmo dos sons e dos vazios entre as letras que se expandem e se contraem. Não há senhas, só as que a gente inventa: inquietude, desejo, bom humor, provocação, vitalidade.
ISBN: 978-85-99361-12-2
64 páginas
O Sexto Sentido
Gilmar Diolí
Gilmar Dioli, voyeur dos costumes, das situações, é alguém que faz uso da poesia para pular a barreira da timidez extrapolada com bom gosto e de maneira quase maquinal, dada sua produção prolífica, quase diária. Talvez daí venha a frase de seu amigo Luiz Carlos, de Sabará, que o define como um “poeta do cotidiano”.
ISBN: 978-85-99361-13-9
96 páginas